Se você esta On... de uma olhada la em baixo, veja quem esta On tambem e vamos conversar... E bom e faz bem...

[Poema-Coisas] O Poeta Morto - Por Jean Vieira

O poeta morto.
O poeta acorda de madruga novamente.
Aquele cheiro!
Cheiro não, odor, um mau odor.
Olhou em baixo da cama a procura de um animal morto.
Olhou na janela e revirou seu quarto e não encontrar nada.
Olhou na cozinha a procura de um alimento podre, fruta, legume ou carne, mais uma vez sem sucesso.
Frustrado volta para cama.
Vira, revira, retorce, mais aquele odor era insuportável.
O poeta levanta e tenta o ultimo ato, um banho.
Só pode ser isso o cheiro vem dele.
Após horas na banheira o cheiro não saia de seu corpo.
O cheiro não era da pele, era da alma, do coração que já avia perecido.
Sem pensar duas vezes, ele sai do banho nu, molhado olha pela ultima vez seus livros empoeirados, e que um dia foram seu maior orgulho.
Sai na sacada ainda nu olha o velho centro da cidade e a vista que tem para ele, o centro tão morto como o vazo de flores na sacada.
Ele encosta na sacada se inclina e decide acabar com o mal cheiro.
Vai escorregando por cima da sacada e deixando seu corpo cair.
Ele cai enquanto ele tem o ultimo vôo ele faz sua ultima poesia.
A poesia da sua vida.
Mais já era tarde o poeta já havia perecido como uma laranja na laranjeira.

Jean Vieira
(05/05/09)


[Poema -Coisas] Meu caminho.- Por Jean Vieira.

Meu caminho.
Só quero viver a felicidade, aquela simples, que da tanto trabalho de tão simplória.
Aquela que faz o bem sem ver a quem.
Aquela que faz sorrir sem motivo.
Faz parecer louco.
Faz parecer bobo.
A felicidade de ver quem quer te ver.
E de amar quem quer te amar.
E quando acabar tudo isso
Quero viver a mesma felicidade, com você novamente.
Não é difícil. É só amar e cuidar todos os dias de quem te ama também e receber o troco.
Sim o troco.
O mesmo amor de volta.

Jean vieira
05/05/09



[Fic] Cigarros e Morangos. - POST

E ai, quem se lembra da fic 'O Doce sabor do Cigarro, então essa e a mesma fic, so que na versão Edward, e com o BONUS do carro que vem no proximo post, não sei se ficou bom, sou pessimas fazendo POV (ponto de vista) dos homens, pls comentem...
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Edward.
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Festa: Noivado de Alice com Jasper.
Casa dos Hale’s.
Noite.
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Festa chata, só tem mulher estranha se jogando para cima de mim, cruzes ate parece que nunca viu um homem na vida.
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Estava bebendo meu Daiquiri de Morangos quando vejo a porta da saca, sim fumar era o que estava precisando.
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Virei minha bebida e consegui fugir do meu irmão e minha sobrinha, vim fumar aqui na sacada, aqui e muito legal de se ficar, muita paz e muito...
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-Puta merda.
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...Silencio?
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Estava apoiado no parapeito da sacada quando escuto alguém falar, alto. Olhei para trás e vi uma mulher... não uma menina com um cigarro na mão e olhando para mim meio espantada.
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-Oi. – disse levantando uma das minhas sobrancelhas.
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-Er.. oi. – Ela parecia meio assustada, ou parecia que estava me escaneando... Senti-me sendo radiografado.
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-Fogo? – pergunte para ser educada, era obvio que ela não achava o isqueiro na bolsa.
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-Ahm? – Acho que ela não entendeu.
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-O cigarro... – disse chegando perto e colocando a mão no bolso e tirando meu isqueiro de estimação.
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-Ah... sim obrigado. – disse ela dando um passo na minha direção e colocando o cigarro na boca, uma bela boca para falar a verdade, eu levantei a mão e com um baixo clique o isqueiro acendeu e queimando a ponta do seu cigarro ela tragou.
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Ela estava em êxtase, podia apostar, seu corpo coberto por um vestido um tanto curto e vermelho e preto com listras na vertical com um decote simples mas que deixava a base de seus preciosos seios à mostra, quando ela tragou e fechou os olhos foi quase que um convite para examiná-la como ela tinha feito comigo olhei-a da cabeça aos pés.
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Nos pés uma sandália preta de salto, o vestido curto que deixava eu ver seus joelhos e o começo de suas cochas sua cintura fina e seu abdome liso, seus seios nem tão grandes e nem tão pequenos acho que caberiam perfeitamente em minhas mãos. Seu pescoço branco e tão convidativo queria chupá-lo, mordê-lo e com esse pensamento o meu amiguinho se animou.
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Ela abriu os olhos no momento que eu chegava em seus cabelos marrons e presos por um coque muito bem feito, sem cordões ou pulseiras só com um brinco pequeno.
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-Obrigado. – disse ela de novo depois de retirar o cigarro da boca.
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‘Como eu queria ser aquele cigarro numa hora dessas.’ Dando um sorriso malicioso e falando.
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-Não a de que. A propósito meu nome e Edward Cullen.
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-Isabella Swan. – Disse ela. Hum parente de Victoria, não sabia que ela tinha parentes tão... Lindas.
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Ela estendeu sua mão para mim que a peguei e levei ate meus lábios, para dar um beijo, mas antes de encostar meus lábios nelas falei. -Prazer em conhecê-la senhorita Isabella Swan. – e beijei sua mão, de leve.
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-Digo o mesmo senhor Edward Cullen. Pode me chamar de Bella e assim que todos me chamam.
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-Então me chame de Edward. – Assim que eu acabei de falar uma musica começou a ser tocada, era Clair de Lune, Debussi.
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Ela estava de costas para o lago e de frente para a casa encostada no parapeito da janela, se balançando minimante com a musica, com seus olhos fechados parecia uma deusa, seu cigarro na boca só a deixava mais sexy para mim.
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Eu estava de lado no parapeito apreciando a visão de seu corpo, sorri e falei.
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-Gosta da musica Bella?
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Ela abriu os olhos e se virou na minha direção, eu estava sorrindo e ela também sorriu.
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-Adoro, Debussi e um dos meus favoritos, e Clair de Lune e perfeita. – disse ela.
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Sorrindo dei uma ultima tragada em meu cigarro e o apaguei no parapeito, me virei para ela e disse.
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-Me acompanha nessa dança?
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Estendi minha mão para ela olhou para minha mão e para meu rosto ela mordendo o lábio inferior, me deixando louco, e apagando o cigarro pegou minha mão.
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-Claro. Mas me deve um cigarro.
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Joguei minha cabeça para trás e ri, e quando voltei a fitá-la, meus cabelos caíram sobre meus olhos e com a outra mão os retirei.
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-Pode cobrar... – Eu estava flertando com ela.
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-Pode apostar que sim. – E ela percebeu.
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egurando sua mão a levei ate o meio da varanda e colocando a outra mão nas suas costas nuas por conta do vestido decotado atrás, a puxei para junto do meu corpo, sentindo todas as suas curvas comecei a mexer no ritmo da musica.
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Ela tinha que olhara para cima para ver meu rosto, e eu ainda conseguia abaixar meus rosto para o seu, ficando bem perto dela.
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Inalei seu cheiro e senti um familiar e maravilhoso aroma de morangos, vinham de seus cabelos.
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-Morangos... – disse sorrindo o mais sexy que podia.
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-Ahm? – perguntou ela sem entender.
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-Seus cabelos cheiram a morangos, eu gosto. – disse sorrindo mais.
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-Meu xampu... – disse ela.
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-Me da água na boca... – Confessei antes de mordiscar o lado de sua orelha.
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-E porque não prova logo... – disse antes de colocar suas pequena e macias mãos em meu pescoço.
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Quando aquela menina falou aquilo não aguentei mais, segurei sua nuca com minha mão coloquei a outra possessivamente na sua cintura puxando-a de encontro ao meu corpo e a beijei.
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Minha língua pediu passagem pela sua boca sendo recebida maravilhosamente, minha língua começou a explorar cada canto daquela boca deliciosa, seu gosto era champanhe e seu cigarro.
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Eu comecei a andar ainda a beijando, nossas línguas travavam uma guerra em nossas bocas enquanto eu procurava algum lugar para pressionar essa menina e sentir todas as curvas de seu corpo. Quando encostei ela na parede ela estremeceu eu envolvi meus braços ao seu redor, ela começou puxar meus cabelos enquanto aquela deusa chupava minha língua.
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Eu subi minha mão esquerda que estava na sua cintura e fui direto para seu seio direito, ela gemeu.
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-Você e muito gostosa... – disse depois de para de beijá-la ela ainda com os olhos fechados, encostando minha testa com a sua escutei ela falando quase sem fôlego.
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-Você também... –
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-Eu te quero linda, aqui e agora... – confessei avançando para seu pescoço.
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-Oh... – Ela gemeu assim que coloquei meus lábios no seu pescoço indo para seu colo e chegando na base dos seus seios, mordisquei ali e ela gemeu mais.
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Com um puxão levantei sua saia ate a sua cintura maravilhosa, colocando minha mão no meio das suas pernas direto no seu sexo.
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PUTAQUEPARIL... A safadinha esta sem calcinha.
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-Oh... – Gemi quando sentiu sua pele nua e completamente depilada, do jeito que eu gosto.
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-Surpresa! – disse a safada beijando meu pescoço.
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-Sua safadinha... – disse sorrindo e colocando os dedos em seu clitóris brincando com aquele broto sensível.
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-A... cal-lcinha.. mar-marca o vesti-ti-do... – disse ela gemendo e arfando.
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-Isso vai me ajudar e muito... – disse isso a soltando e abrindo o zíper de minha calça e descendo o suficiente para ela ver que eu também não usava roupa de baixo.
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-Vai falar que a cueca marcava a sua calça. - disse ela brincando enquanto tentava desabotoar meu colete, meu terno já estava aberto.
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-Não, gosto dele livre.
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-Que tal guardá-lo em um lugar hem...? tipo dentro de mim. – PUTAQUEPARIL DUAS VEZES.
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-Ótima idéia. – Disse antes de atacar sua boca com uma fome incrível e ela era meu prato principal.
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Separei-me um pouco dela e colocando a mão no bolso interno do terno tirei uma camisinha, sempre tinha umas comigo, nuca se sabe com quem vai encontrar numas dessas festas.
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Ela sorriu e pegou a camisinha de minha mão cortou o plástico dela com suas boca, jogando o plástico no cão e ainda me olhando no olhos pegou meu membro que já estava latejando para esta dentro dela.
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Ela devia esta pensando muitas sacanagens pois soltou um risinho e começou a brincar com meu membro.
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-Não brinque com fogo menina... – A adverti, mas a voz que eu queria que saísse mais forte saiu meio rouca.
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-Eu adoro me queimar... – Disse a safada quando terminou de colocar a camisinha em mim.
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-Então preparasse para entrar em combustão... – Segurando sua mão no alto de sua cabeça peguei uma perna dela e a colei na minha cintura procurado seu sexo com meus dedos a penetrei só com a pontinha do meu dedo, constatando que ela já estava mais que pronta para me receber.
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-Tão molhadinha... tão quentinha... – disse no pe do seu ouvido mordendo-o logo em seguida.
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-Prontinha para você... – disse a safada passando a língua em seus lindos e deliciosos lábios.
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Olhei dentro de seus olhos e ainda o fazendo chegai mais perto e com um impulso so penetrei aquele centro úmido e quente.
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Ela gemeu alto, mesmo me preocupando com alguém nos ver eu nem liguei.
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-Putaqueparil... Tão apertadinha... – Disse entrando e saindo dentro dela, com impulsos variados de lento e rápido, com força e de leve, eu queria brincar um pouco com ela deixar ela no limite e tirar seu orgasmo no ultimo minuto so para vê-la se contorcendo de prazer.
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Mas isso não estava nos planos dela, pois falou, só para me provocar.
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-Eu pensei que você faria eu entrar em combustão... – Mas e muito safada mesmo.
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-Isabella, Isabella. – disse antes de soltar seus braços e segurando sua outra perna a levantarei e segurei seu corpo com meus braços com as mãos na sua bunda. Mandei. -Segure-se... e prenda as pernas em mim... – Ela me obedeceu e apertando suas lindas e perfeitas penas ao meu redor se segurou nos meus ombros.
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Encostei-a no parede e comecei a estocar dentro dela com impulsos curtos e fortes do jeito que a safadinha queira, uma boa e firme Foda.
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-Mais... – Pediu ela em meio aos gemidos.
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-Mais e?... – Perguntei estocando mais forte dentro dela.
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-Oh... sim... assim. – Tirei umas das mãos de sua deliciosa e maravilhosa bunda e a prendendo mais fortemente na parede, procurei e encontrei seu clitóris.
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-Assim Isabella...? – Perguntei roucamente em seu ouvido e ainda massageando seu clitóris enquanto a fodia forte.
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-Si-sim... –Disse ela fechando os olhos com força e mordendo o lábio inferior, dava para ver que ela estava louca de tanto prazer. Eu sei, eu sou foda, ou melhor dizer. Eu fodo muito.
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Comecei a sentir ela me ‘morder’, suas paredes internas começaram a se contrair ao meu redor, me deixão louco, comecei a morder seu ombro e falei. -Isso queria vem para mim... Morda-me assim... –
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Quando ela estremeceu e chegou ao seu auge eu dei mais algumas estocadas dentro daquela menina-mulher e tambem a acompanhei naquele maravilhoso orgasmo.
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Ainda segurando-a firmemente contra a parede com meu rosto enterrado em seu pescoço bem onde tinha mordido comecei a tentar me recompor, primeiro minha respiração depois descolei um pouco dela e olhei para onde tinha mordido comecei a beija-la... a tinha ferido e nem tinha reparado, essa menina estava me deixando louco.
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-Desculpe-me se te machuquei. – Pedi, saindo de dentro de dela, desci suas pernas bem lentamente, ela se apoiando em mim disse beijando e mordiscando meu pescoço.
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-Pode me machucar assim mais vezes... –
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Ri e a abracei forte.
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-Céus você me cansou. – disse divertirdo.
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Geralmente e isso que eu faço nos homens... – disse a safadinha rindo.
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A soltei e comecei a me arrumar ela fez o mesmo, quando já tinha me livrado da camisinha e já estava devidamente arrumado, pelo menos do melhor jeito que se podia estar depois de ter uma ótima transa em uma sacada...
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Olhei para ela que estava mordendo os lábio e olhando para meu membro, na hora que eu estava fechando a calça, ela estava quase babando. E querida eu sei que sou gostoso.
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-Gosta do que vê... – terminado de fechar a calça.
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-Adoro. – disse ela descendo seu vestido e passando a mão sobre ele para tirar algum amarrotado.
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-Que bom pois pretendo lhe mostra de novo... em breve... muito em breve.
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-Quem lhe disse que eu quero ver de novo. – disse a safadinha desdenhando enquanto arrumava o cabelo.
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-Não, brinque com isso menina. – Disse chegando perto e a prensando na parede de novo e antes de ela consegui prender seus cabelos, segurei uma mão em cada lado da sua cabeça olhando dentro de seus olhos.
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-Quem disse que eu estou brincando, tio. – disse ela me provocando.
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-Vou ter que te mostrar o que o ‘tio’ aqui faz, de novo...? – perguntei no pe de seu ouvido.
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-Faz o que...? eu não senti nada. – disse ela sorrindo safada.
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-Ah... menina você não devia ter brincando comigo dessa maneira. – disse puxando-a de encontro ao meu corpo e esfregando meu membro duro de novo dela.
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-Ah e...? e o que você vai fazer...? – perguntou.
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-Que tal te colocar de quatro agora e te fuder ate você não ter mais forças... – disse lançado meu melhor sorriso.
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-Adorei a idéia. Mas eu tenho que ir... minha tia deve esta louca atrás de mim.
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-Eu e que estou louco para estar atrás de você.
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Fiz um joguinho de palavras com ela que a vez ri gostosamente.
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-Quem sabe mais tarde... – saiu de meus braços e se ajeitando de novo falou estendendo a mão. –Meu cigarro.
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Ri dela e peguei no meu bolso de trás meu porta cigarro preto.
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-Aqui paixão. – disse estendo o braço para ela, mas quando ela foi pegar retrocedi com a mão e falei. – Não mereço nem mais um beijo.
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-Por outro cigarro ate dois. – Ri dela e peguei outro cigarro.
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-Por que você não compra um maço? – perguntei.
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-Se a minha tia sonhar que eu fumo, eu to ferrada, aquele era o meu ultimo.
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-Ai ai menina... agora quero meu beijo. – disse abrindo os braços para ela.
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Ela não disse nada veio ate mim e me dei um beijo, intenso e muito desejoso, estava me deixamos com mais tesão ainda.
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Saiu dos meus brancos antes que eu pudesse fazê-la ficar de quatro para mim e pegando os cigarros da minha mão disse.
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-Tenho que ir, Titiu. Agente se vê. – Ela saiu correndo ate a janela e antes de entrar na casa eu consegui dizer para ela.
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-Você me deve um beijo. – Ela se virou eu me viu dando meu melhor sorriso sexy.
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-Depois você me cobra. – piscou para mim e entrou no salão.
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Fiquei mais uns dois minutos ali e depois entrei na festa, assim que peguei outro Daiquiri de Morangos Alice o tirou da minha mão e falou.
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-Vem quero que você conheça uma pessoa... e a propósito onde o senhor estava? – a pequena noiva estava me arrastando por entre as mesas e me levando ate sei lá onde...
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-Calma baixinha só fui respirar um momento...
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-Sei... Conheço-te Edward Cullen...
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-Ok... se você diz... – disse rindo e a seguindo a abraçando.
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Olhei para frente e vi Bella... sim Bella... ao lado de Tânia e Esme, minha cunhada.
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-Então Esme como eu estava dizendo Bella esta passando as férias comigo, mas eu vou ter que viajar e ela nem vai poder aproveitar suas férias aqui e já vai ter que voltar, meu chefe programou um viajem para ultima hora. – Tânia falou. Bella estava de costas para mim ainda não tinha me visto, e ainda estávamos longe o suficiente para nem Esme ver direito.
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-A que pena, Alice me disse que adorou te conhecer. – disse Esme e finalmente viu agente.
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-Alice e um amor ela me ajudou a me arrumar... – Epa epa epa.... A Alice a ajudou a se arrumar... Obrigado Sobrinha.
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-E como sempre tudo que eu coloco minhas mãos fica maravilhoso. – Disse Alice ainda me abraçando.
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Isabella se virou e me viu a devorando com os olhos, e sorriu safada para mim.
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Ela mordeu os lábios e umidescendo-os em seguida com a língua.
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‘Não me provoca safadinha’.
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-Bella querida quero te apresentar Edward Cullen, irmão de Carlisle. Edward essa e Bella minha sobrinha. – Disse Tânia.
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-Prazer Edward. – disse ela e veio me dar um beijo na bochecha e quando e quando estava perto o suficiente sussurrou de modo que só eu escutei. – Oi Titiu. – e sussurrei ai mesmo tempo que ela.
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-Me lembre de agradecer a Alice. - e depois disse de modo que todos ouvissem. -Digo o mesmo Bella. –e sorri sexy.
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-O que vocês estavam falando? – perguntou Alice.
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-Sobre a volta de Bella para Fork’s. –
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'O que minha doce e sexy menininha vai voltar para casa? Não.'
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-Ah, não Bella você não pode voltar agora, você tem que ficar... Nos nem fizemos compras juntas. – disse Alice sorrindo.
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Já disse que amo a Alice? Não? Eu amo a Alice.
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-Mas eu não posso ficar, tia Tânia vai viajar e eu não tenho onde ficar. –
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Fica na minha cama... Rsrs.

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-Fica com agente. – Disse Alice e olhando para Esme e perguntou. – Ela pode ne?
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-Ah... Claro. –disse Esme Sorrindo docemente.
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-Então Bella...? –
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Diz sim safadinha... Diz...
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-Ah... eu não sei. Não quero dar trabalho. – Ahm... Eu e que vou te dar trabalho menininha...
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-Que isso, Edward também vai ficar lá em casa já que ele mora em Los Angeles, ai vocês dois me ajudam a segurar a Alice quando ela começar a pirar com os preparativos do casamento. – Disse Esme sorrindo.
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Isso vem ficar aqui com o ‘Titiu’...
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-Bom se não for incomodar... eu aceito. – Disse a safada sorrindo angelicalmente para todos e principalmente para mim...
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-Então está combinado, amanha nos passamos para pegar você... – disse Esme.
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E amanha eu vou te ter...
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-Não, vai com agente hoje vai ter a festa de pijama lá em casa lembra mãe. – disse Alice.
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‘Eu amo a Alice +1.’
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-Ae eu me esqueci. – disse Esme.
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-Olha vai a Rose que e irmã no Jass, vai a Vic, a Irina e a Katrina... vem Bella?
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‘Isso vem Bella... Que o titiu aqui vai te colocar para dormir.
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-Claro.
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-Perfeito. – disse a Alice quicando.
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-Esme, Alice ai estão vocês... –disse Carlisle chegando. – Já vão tocar a ultima musica, Alice Jasper esta chamando você...
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-Obrigado pai, Bom gente eu to indo. – disse ela indo para seu noivo.
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-Edward, acho que você vai ter que levar a Bella, Victoria, Alice, Iria e Katrina vão com nos co, não vai caber... Você pode ne? – perguntou Esme para mim.
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‘Se eu posso? E claro que eu posso... só não estranhem se nós nos perdermos no meio do caminho... se e que vocês me entedem...
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-Claro.
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-Edward será nos podemos passar na casa da tia Tânia primeiro, eu queria pegar umas roupas... – Bella por voce eu passo em qualquer lugar...
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-Sim...
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-Obrigado. – disse ela sorrindo.
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-Esme querida a musica já vai começar, você me acompanha... – disse Carlisle todo galanteador.
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-Querida vou procurar seu tio ok... – Disse Tânia. - Edward seja um cavalheiro e chame-a para dançar. – dizendo isso saiu de perto de nos.
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Nos dois estávamos sozinhos ali agora. E eu ia ser um perfeito cavalheiro...
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-Então Bella me acompanha nessa dança...? – disse estendendo a mão do mesmo jeito de antes para ela.
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-Claro. – Ela pegou minha mão e a puxei para o meio na pista onde todos dançavam agora.
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-Vou adorar dormir na mesma casa que você... – disse a safada no pe de meu ouvido quando já estávamos dançando.
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-E eu vou adorar me perder no caminho da casa de seus tios... –rebati para ela.
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-Acho que eu ainda te devo um beijo, Titiu. – A safada, gostosa e abusada disse mordendo minha orelha de um jeito que ninguém viu.
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-E eu vou cobrar com juros... Menininha. – disse sexy.
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-E eu vou ter que te pagar direitinho...
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PuTaQuePaRil... Meu ‘amiguinho’ já não se agüenta dentro das calças...
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-Que tal se nos formos agora embora, ainda temos que passar na casa de sua tia e eu realmente não quero pegar um engarrafamento... –Apertei sua cintura e colei meu corpo no seu esfregando meu ‘amiguinho’ no seu baixo ventre.
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-Acho uma ótima idéia.
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Parei de Dançar imediatamente e pegando sua mão fui ate Tânia que estava junto com Eleazar e soltando sua mão expliquei rapidamente para Tânia.
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-Tânia eu e Isabella já vamos, nos ainda temos que passar na sua casa para pegar as roupas dela... então eu queria saber se você pode me dar a chave... no deixamos ela em baixo do tapete... – ela rapidamente colocou a mão na bolsa e me deu a chave.
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-Aqui...
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-Vamos. – disse pegando a mão de Isabella e indo para as portas da saída rapidamente, a arrastando diga-se de passagem.
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-Ei espera, minha bolsa. – Droga.
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-Pega logo estou te esperando na frente. – disse isso e apertando sua cintura passou por ela e fui para a saída.
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Andei ate a saída e madei pegarem meu carro, que chegou rapidinho, me encostei nele e esperando a Isabella.
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-Bom a festa já esta acabando... – disse quando chegou perto de mim.
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Abrindo a porta para ela em silencio e esperei ela sentar, me inclinei perto de seu rosto quando já estava senta e disse. -Não paixão, a festa só vai começar. – e fechei a porta.
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E que Festa.
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Fim (ou não)

[One-Shot] Cigarros e Morangos.

Nome: Cigarros e Morangos.
Shipper:
Edward - Bella.
Censura:
NC-18.
Sinopse:
Fugindo de mulheres que não largavam de seu pe, e de sua sobrinha hiper ativa e indo fumar, Edward encontra uma mulher... não uma menina que o deixa louco.

Edward - Quando eu vi aquela menina com corpo de mulher soube que precisava estar dentro dela urgentemente, jogando todo o meu charme e cima dela, e a tive na parede da saca, mas o que será que vai acontecer quando nos dois estivermos sozinhos no meu carro?



[Web] Meu Querido Dom - Capitulo 8

Me sentei em frente ao meu notebook, presente dado pelo Narciso, o liguei e esperei ele carregar. Comecei a ficar nervosa, e a coçar a cabeça, braço e pernas.
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Quando tudo ligou, olhei para a porta, se eu for mais uma vez conferir que ela esta trancada eu mesmo me mato, estava ficando paranóica.
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Peguei o mouse, por que eu não consigo usar aquele treco de jeito nem um, e levei ate o Mozilla odeio a Internet Explore, e fui ate meu e-mail.
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Digitei meu logim e minha senha, esperei carregar e fui ate nova mensagem e comecei, ou melhor, tentei.
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Meu Dom.
Eu não sei realmente como começar, eu já re-fiz esse e-mail umas 10 vezes, mas eu acho que se eu tentar escrever muita coisa eu vou me enrolar e não vou sair do lugar.
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Então, você me disse para sonhar com o senhor, mas eu realmente sonhei, só não sei se foi um sonho que o senhor aprovará, vou começar, sem enrolar mais.
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Meu senhor, eu sonhei que nos estávamos no trem, sendo que este estava vazio, tinha nos dois e mais duas pessoas, mas quando parou em uma estação entrou um homem, e eu o conhecia, era um colega meu de escola.
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Bom esse colega, ele e bem, como posso dizer, atrativo, tem umas qualidades físicas que me atraem e que você sabe que me atrai, seu ombro e largo e ele e bem alto, seus traços são fortes e masculinos, coisa que eu aprecio muito.
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Ele sentou-se na nossa frente e quando me viu deu um sorriso e eu sorri de volta, você não gostou, então me apertou mais ao seu lado.
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Mais algumas estações depois o trem encheu e uma senhora de idade parou na minha frente, eu levantei para deixá-la sentar e me virei para você, você disse.
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-Quer sentar anjo?
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-Não. – eu respondi.
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Eu escutei esse meu colega me chamar e eu fui ate ele, ele me perguntou algo sobre a escola e respondi rapidamente e me virei para você que estava com uma cara de bravo, quando chegai perto você me puxou para seu colo.
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Eu estava de vestido, preto justo e tinha uma saia rodada, estava sem calcinha. De algum jeito o único que podia nos ver era ele, Tulho, você, ali no trem cheio de passageiros abriu sua calça e tirando seu membro para fora me fodeu ali, na frente dele, e de todos os passageiros, nem um dos outros passageiros nos via, somente ele.
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Você começou a falar coisas no meu ouvido, como que eu era sua e que ninguém alem de você podia me tocar, me ter, me fuder, e que você não queria que eu falasse com ele nunca mais.
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Você dizia que você era o único que conseguia me fazer gozar, por ser o único que sabe do que eu gosto, você me fez implorar por gozar, enquanto me fodia e eu só conseguia olhar para meu colega, que se tocava vendo a sena toda.
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Ate que você finalmente me deixou gozar, quando a ordem saiu de seus lábios eu acordei.
Bom meu Mestre, esse foi meu sonho, não sei o que o Senhor vai pensar sobre ele, mas...
Beijos de sua sub.
Isis.
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Levei o mouse ate enviar enviei, seja o que Deus quiser, pensei enquanto clicava. Fui ate iniciar e desliguei note, nem queria ver no que isso ia dar, eu sabia que as coisas pro meu lado iam ficar pretas.
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Fechei o note e me joguei na cama enfiando o rosto no travesseiro, olhei para o lado vi que eram umas 13:44 minutos, não sabia que horas ele ia ler o e-mail, mas quando lesse eu tenho certeza que ele vai ligar para mim.
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Peguei meu MP4 na cabeceira da cama e coloquei uma musica da banda The Micth Hansen Band - Number 3.
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http://www.youtube.com/watch?v=TNxQUEjDTO8
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Olhei para o teto e fiquei pensando. Eu vou me ferrar, e vai ser bonitinho. AHHHHHHHHHH. Como eu queria dar uma de adolescente maluca e soltar um grito histérico nessas horas.
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~#~
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Estava na sala, com meu pai, na verdade só meu corpo estava na sala, pois minha cabeça estava a quilômetros de distancia, estava com o fone no ouvido sem realmente escutar a musica, meu pai via tv enquanto Justin estava na cozinha assaltando a geladeira, eram umas 16:00 e nada do Narciso me mandar noticias nem uma misera mensagem, meu celular estava em uma mão e o mp4 na outra0.
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Estava agoniada, nada dele, nem uma noticia, mas dizem que noticia ruim chega logo não e?... Mas parece que essa ta demorando.
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Estava rindo do Justin que estava vindo para a sala com um pão na boca e outro na mão e na outra mão um copão de suco, pelo menos era suco, não refrigerante.
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Estava balançando a cabeça para meu irmão grandão e cabeça oca quando sinto o meu celular vibrar na minha mão e depois começar a tocar a musica, meu pai olhou para mim eu sorri e disse.
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-Vou atender no quarto. – e sai correndo escada acima para atender.
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Entrei no quarto e joguei os fones na cama e olhei para o celular que estava escrito o nome dele e apertei o verde e disse.
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-Alo.
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-Escute com atenção – começou ele. – Não fale nada, eu não vou comentar absolutamente nada sobre seu e-mail agora só estou avisando que chegarei mais tarde, quando você sair da escola eu estarei na porta da mesma te esperando, vou te buscar e quando nos dois estivermos sozinhos no meu apartamento eu vou tecer comentários sobre seu sonho, ouviu?
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-Sim meu Mestre.
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-Ótimo, agora vou desligar por que vou entrar em reunião. – e desligou.
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Eu me joguei na cama e comecei a chorar pensando em como eu sou uma idiota.
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Aula, eu estava em aula, mas nem sabia em que aula era, olhei para o quadro e vi números acho que era matemática, estava tão desligada hoje que cai umas duas vezes, tudo por causa de andar em lugares molhados.
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Mary minha amiga me perguntou na hora do intervalo se eu estava bem, pois nem estava prestando a atenção no que ela falava, eu disse que estava meio mal, mas que não era nada muito serio.
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Eu estava agoniando, sabe quando você sabe que aquilo só vai acontecer daqui a 20 minutos, mas você fica a cada segundo olhando para o relógio torcendo para ele andar mais rápido, mas no fundo você sabe que a hora não vai passar mais rápido só por que você quer muito, então eu estava assim em relação ao meu namorado, eu quero que a hora passe para vê-lo e ouvir o que ele tem a dizer sobre meu e-mail.
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Mas ao mesmo tempo temo em saber que ele vá brigar comigo, pois eu odeio quando ele o faz, me deixa tão mal saber que eu fiz algo que não o agrada, me faz crescer uma bola no peito que vai me deixando mais e mais agoniada com isso tudo.
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Não adianta ficar me remoendo agora, a única coisa que posso fazer e espera, exatos 15 minutos para a aula acabar.
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-Então alunos, na próxima aula vamos corrigir os exercícios de casa, você já podem guardar o material e ir saindo devagar. - A professora disse e todos da sala começaram a vibrar. – Olhem lá, só estou liberando por bom comportamento, não me façam mudar de idéia. – todos ficaram mais quietos e eu olhei para o quadro e a professora estava apagando-o.
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Merda! Não copiei o dever, e aproxima aula de matemática e só daqui a dois dias já que amanha e feriado e depois não temos aula de matemática só na quinta, será que alguém me empresta o caderno(?).
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Olhei para os lados e vi que todos da minha sala eram daqueles grupos que eu não falava, somente o... Tulho. Se o Narciso descobrir que o cara que eu acho atraente me ‘emprestou’ o caderno ele me mata, mas eu não tenho escolha, vou pedir assim mesmo.
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Quando eu estava levantando da mesa o sinal tocou anunciando o fim da aula, e quando eu olhei para o Tulho ele já tinha saindo da sala. Peguei minhas coisas rapidamente e fui atrás dele me metendo entre aquela grande massa de alunos parecendo touros quando se abre uma porteira, literalmente.
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Quando consegui sair do prédio do colégio eu só via aquela massa de alunos espalhados indo para seus carros, me lembrei que o Tulho andava de moto e olhei para o estacionamento de motos e o vi rindo e empurrando um de seus amigos, Armand era um menino legal ele tocava violão na hora do intervalo, sempre canções bem melodiosas e lindas.
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Fui ate ele correndo e comecei a gritar.
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- Tulho... Tulho! - Ele se virou ao som do seu nome e me olhou sorrindo, e parou de andar.
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-Oi Isis. – Disse quando chegai perto o suficiente para escutar.
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-Oi... Er... – me enrolei toda e fiquei vermelha quando ele olhou dentro dos meus olhos.
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-Diga. – incentivou.
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-Será que tem como você me emprestar o caderno de matemática...? Eu... ahm.. Não copiei tudo. – eu me enrolava toda e ficava vermelha mais e mais.
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-A sim... Tem sim...
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-Eu prometo que trago na quarta sem falta.
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-Claro... Claro. – disse ele pegando na sua mochila o caderno e me entregando, ele tinha uma capa de papel pardo com um lobo muito bem desenhado na capa.
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-Eh... Foi você que desenhou ne? – perguntei sabendo que ele desenha muito bem, ele sempre faz esses desenhos de lobos em pedaços de papeis e deixa por ai, eu já ate achei um em um pedaço de guardanapo.
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Ele coçou a cabeça e riu respondendo. – Sim, você gostou?
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-Muito, e bem bonito. – disse honestamente.
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-Legal, vou fazer um para você.
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-Ahm... Não precisa. – disse corando.
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-Que isso não e nada...
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-Obrigado.
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-Bom Isis... Eu tenho que ir combinei de encontrar com meu pai na loja. – seu pai tem uma loja de material de pesca bem famosa, meu pai compra tudo lá.
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-Claro... Obrigado hem...
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-Que isso. – ele veio ate mim e me deu um beijo na bochecha foi tão rápido que eu nem percebi. Ele voltou ao normal e disse. – Tchau Isis. – Se virou e foi ate sua moto.
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Eu fiquei meio chocada, mas consegui dizer. – Tchau Tulho...
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Ate que eu escuto uma certa voz e logo em seguida o barulho de um motor sendo ligado, olhei para frente e o Tulho já estava virando com a moto, olhei para trás e vi ele.
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-Isis.
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Putz Fudeu.
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Ele me olhava raivoso e suas íris estavam pretas como a noite, suas sobrancelhas juntas e suas mãos apertadas em punhos.
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Ele parou e eu vi seus belos lábios formarem um sorriso que eu conhecia como sádico, mas sabia que tinha vários outros significados. Sua pose estava rígida e ele não se moveu.
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Apertei o caderno do Tulho contra meu corpo e fui ate [b]ele[/b], quando chegai perto disse.
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-Narciso...
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Ele agarrou meu pulso e me rebocou ate o carro dizendo.
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-Cale-se.
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-Mas Narciso...
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-Eu disse para calar. – fiquei quieta enquanto ele abria porta do passageiro para mim e praticamente me jogava para dentro do carro.
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Olhei para os lados vendo se alguém viu o que aconteceu, mas ninguém parecia ver o que ocorria. Ele deu a volta no carro e entrou no banco do motorista, minha mochila e o caderno do Tulho estavam no meu colo, quando ele sentou olhou para cima e socou o volante, pulei com o susto e mordi o lábio inferior, ele praguejou e olhou para mim, me estudando.
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Eu sentia meus olhos enchendo-se de lagrimas, quando eu pensei em falar, ele se virou para frente e começou a dirigir, rápido, bem rápido.
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Nos estávamos indo para seu apartamento, eu conhecia as ruas, eu o via apertando bem forte o volante, via seus olhos ficando vermelhos via a raiva que emanava dele, mas fiquei quieta sabendo que se falasse só ia piorar.
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Nos chegamos rapidamente e ele apoiou as mãos no volante e fechou os olhos apoiando logo em seguida a cabeça nas mãos, eu queria tocá-lo, dizer que eu sou dele, que não e para ele ficar assim, mas sabia que tinha que ficar quieta ate ele se acalmar.
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Ele respirou fundo e se virou para mim, me olhou de cima a baixo de novo e fixou seus olhos no caderno em minhas mãos, que eu não tinha percebido que apertava fortemente.
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-Que caderno e esse? – ele perguntou com uma voz dura e rouca.
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-Eh... Ahm... – eu não conseguia falar, minha voz não saia e não conseguia raciocinar.
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-Eu perguntei que caderno e esse? – ele repetiu entre os dentes.
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-E do meu colega de classe... Eu não copie o dever e pedi emprestado.
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-Daquele moleque que te beijou? – perguntou arregalando os olhos.
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-Sim, mas eu não tenho culpa dele ter me beijado, e não foi...
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-CALE-SE... Eu não mandei você justificar-se.
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Ele me cortou soltando um grito.
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Eu o olhava fechar os olhos e respirar fundo, vi seus ombros caírem e seu braço se erguer, eu achei que ia levar uma bofetada agora, mas ele simplesmente pegou meu material e jogou para o banco de traz e logo em seguida o mesmo aconteceu com o caderno do Tulho.
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-Por que você faz isso comigo? – o ouvi falar me olhando sofrido. – Eu te amo tanto, de adoro, faço tudo por você... Mas você sempre arruma um jeito de me estressar.
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-Meu Mestre. – chamei, implorando.
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-Quieta, não terminei. Diga-me não sou bom para você?
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-É, o senhor e maravilhoso.
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-Então porque... Diga-me estou indo muito duro nas sessões...? Se quiser nos paramos... É só me dizer... – eu ouvia e via sofrimento vindo dele, vi seus ombros se curvarem mais e sua bela face ser abaixada me impossibilitando de vê-la.
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-Não. – Não agüente e o abracei, coloquei sua cabeça no meu colo e apertei meus braços em torno de seus ombros. – O senhor e perfeito, Meu Mestre, juro por tudo que é mais sagrado que eu não estava fazendo nada, eu estava somente pedindo emprestado para ele o caderno, como eu não prestei muita atenção na aula eu não copiei o dever.
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-Mas por que ele? – Meu Dom deu ênfase na ultima palavra.
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-Por que resta da turma eu não falo muito.
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-Então você fala muito com ele... – ele nessa hora se sentou direito e olhou dentro dos meus olhos que estavam inchados e vermelhos.
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-Não... Eu só falo coisas básicas com ele, e somente quando ele fala comigo...
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-E ele não é? – eu entendi sua pergunta, ele estava perguntando se era com ele que eu havia sonhado, eu não ia mentir para meu Dom, meu Mestre, eu sempre digo a verdade.
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-Sim.
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Ele ficou em silencio olhando para frente, e eu pulei literalmente para seu colo sentando-me de frente para ele em cima de seu colo.
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-Olhe para mim meu Mestre. – pedi passando as mãos em seus cabelos tirando-os da sua face.
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Ele levantou o rosto e eu vi em seus olhos a dor, ele estava sofrendo, eu sei disso, pois eu o conheço melhor do que ninguém, às vezes ate melhor do que ele mesmo.
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-O senhor... – comecei pausadamente apontando o dedo para seu peito. – É tudo para mim, o senhor e minha vida, meu sol da meia noite, algo muito especial e raro de se ver, o senhor entrou de um jeito entranho em meu mundo e virou ele de cabeça para baixo. – peguei suas mãos e as junteis sobre meu peito. – sinta meu coração, o senhor e o único que faz ele bater desse jeito somente em pensar em seu nome, quando eu durmo sonho com o senhor, quando eu acordo eu já acordo pensando no senhor e quando eu não estou com o senhor a qualquer hora do dia e com o senhor que eu penso em estar, então não precisa ficar com ciúmes e nem magoado se eu falo com meninos, por que eu gosto de somente um, e esse um e um homem não um menino, entendeu?
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Ele tirou as mãos de cima de meu peito levou-as para meu rosto e segurou-o com delicadeza e me puxou para um beijo, esmagando meus lábios, pedindo rapidamente passagem com a língua, que foi prontamente cedida, e começou uma guerra tão conhecia e tão amada por mim, a guerra de controle, para ver quem controlava o beijo, mas como sempre ele venceu, ele sempre vence, pelo poder que ele exerce sobre mim, e pelas suas mãos que saíram do meu rosto e foram para minhas costas me apertando de encontro ao seu corpo.
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Ele nos separou olhou dentro dos meus olhos e me tirou de seu colo, eu não entendi muito bem, ele saiu do carro e deu a volta no mesmo, abrindo minha porta e me puxando para fora, fechou a porta e ligou o alarme, saiu me rebocando para o elevador que já estava ali na garagem, por sorte, ele nos colocou dentro dele e apertou o botão do seu andar, me prensando na parede logo em seguida.
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Ele me beijava e eu tentava a todo custo acompanhar seu ritmo sofrido e alucinante, sua mão passeou pela lateral do meu corpo e quando chegou na minha bunda apertou-a e me puxou para cima, eu enlacei minhas pernas em sua cintura e prendi meus pés atrás dele, com isso meu baixo ventre entrou em contato direto com seu membro que já estava duro.
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Eu gemi com o contato e ele rosnou fazendo uma trilha de beijos molhados pela minha bochecha ate chegar em meu pescoço e atacá-lo sem dó nem piedade.
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Eu comecei a arquear minhas costas dando-lhe mais acesso a minha pele, suas mãos apertavam fortemente minha bunda, e seu sexo era pressionado ao meu.
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Quando o elevador parou, ele me puxou mais para cima me segurando direito, e saiu do elevador comigo em seu colo ainda atacando meu pescoço, suas mãos apertavam firmemente minhas ancas e suas lábios me devoravam não só a pele, mas também a alma.
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Senti que minhas costas bateram na parede em um baque surdo, o que o ajudou a se pressionar mais ainda em mim, me beijando, me apertando me levando a loucura.
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Ele se afastou de mim um pouco ele olhou dentro dos meus olhos, eu via seu desejo, raiva, paixão, medo e amor.
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Ele me colocou devagar no chão pegou no seu bolso a chave e me pegou no colo de novo e carregou para dentro fechando a porta com o pé, me agarrei em seu pescoço beijando o mesmo ele apertou forte minhas ancas quando mordi de leve seu pescoço, ri e ele gemeu.
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Ele continuou andando e eu vi a sala ficando para trás e quando dei por mim, e que eu estava muito ocupada devorando seu pescoço, estávamos no quarto baunilha e ele me colocou devagar na cama vindo para cima de mim logo em seguida e sua face ficando a centímetros da minha.
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-Te amo tanto minha linda... – ele disse beijando minhas bochechas e depois meus olhos, meu nariz, minha testa e por fim meus lábios.
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-Eu também te amo, muito meu senhor. – eu segurei seu rosto fazendo um carinho no mesmo e sorri para ele que sorriu para mim.
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-Você não tem noção do poder que exerce sobre mim... – ele disse descendo os beijos ate meu pescoço, indo para meu colo e beijando o começo dos meus seios por cima da blusa.
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Eu ri e falei. – Acho que o senhor esta confundindo quem tem poder em quem... – ele levantou a cabeça, que estava abaixada beijando meu colo e arqueando uma sobrancelha ele disse.
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-Duvida do poder que você tem sobre mim...?
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-Não duvido, mas o poder que você tem sobre mim e maior, isso eu tenho certeza...
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-Não acho, mas isso não e hora para discutirmos isso você não acha...? – Perguntou sorrindo safado.
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-Com toda certeza meu mestre.
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Dito isso, nos deixamos o papo de lada e nos concentramos em algo mais, produtivo, como tirar a blusa do meu mestre, eu levei minhas mãos aos seus ombros e comecei a descê-la para seu peitoral e comecei a desabotoar os botões, mas antes que eu começa-se uma idéia passou pela minha cabeça então eu joguei meu peso todo para o Narciso para virá-lo, e deu certo, pois ele não esperava por isso, então quando eu fiquei por cima dele sorri safada para ele que retribuiu o sorriso e voltei ao meu trabalho de despi-lo, um trabalho que faço com o maior prazer.
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Desabotoei cada botão com todo o cuidado possível, comecei a beijar cada pedaço de pele revelada, começando do seu pescoço e seguindo para seu peitoral, descendo para os gominhos de sua barriga malhada e por fim chegando no cós da calça que eu comecei a retirar, sua blusa estava nos ombros aberta e ele estava olhando para mim e gemendo baixinho quando eu arranhava com minhas unhas alguma parte que eu sabia que era mais sensível.
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Ele se sentou comigo ainda em cima dele e me ajudou a terminar de tirar a sua blusa, quando eu terminei de desabotoar o botão de sua calça e descer o zíper ele deitou de novo e levantou a bunda para me ajudar a tirar a calça e eu fui puxando e quando eu vi seu membro, que eu já havia sentido quando estava em cima dele, eu arfei e vi como estava duro e ereto, sua cueca fazia uma tenda, que tinha um belo de um espetáculo dentro, fui retirando sua calça beijando suas cochas e quando chegai nos seus pés eu ri pois ele ainda estava de sapato e eu de tênis, tirei seus sapatos e suas meias, ele também riu e mas revirou os olhos para mim, quando eu o deixei só de cueca ele me pegou desprevenia e me virou ficando por cima de mim.
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Olhando dentro dos meus olhos ele falou de som.
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-Eu te amo. – e beijou meus lábios, desceu para meu queixo e suas mãos vieram para a barra da minha blusa começando a levantá-la, eu o ajudei como pude e quando a blusa chegou no meu pescoço eu me sentei com ele ajoelhado entre as minhas pernas ele retirou minha blusa, quando a tirou se levantou da cama e me puxou com uma mão delicadamente.
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Ele me sentou na beirada da cama e se ajoelhou na minha frente, eu fiquei meio em choque, pois quem geralmente se ajoelha sou eu não ele, nunca ele.
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Então com todo o cuidado ele pegou meus pés e tirou cada tênis colocando-os pro lado e depois tirando minha meia e massageou meu pe, era tão bom que eu gemi e fechei os olhos, o escutei dando uma risadinha e nem liguei, pois estava muito bom.
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Suas mãos que estavam pelando subiram para minha canela e eu deitei não agüentei ta bom de mais, ele apertou minhas batatas uma de cada vez e quando a calça o impediu segurou meus braços e falou.
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-Levante-se meu amor. – fiz o que ele falou e vi que seus olhos estavam brilhando, em sua boca estava um sorriso, digo o meu sorriso favorito, me inclinei e lhe dei um selinho e sorri, ele me deu um também e suas mãos vieram pata o cós da minha calça tirando o botão e descendo o zíper, para enfim puxar minha calça para baixo.
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Eu ajudei levantando os pés quando a calça chegou no mesmo, e ele me pegou no colo me colocando na cama, no meio dela, ele foi ate a porta e saiu, me apóie nos cotovelos e fiquei olhando para o espaço vazio da porta, sem entender nada.
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Quando o vi estava voltando, já disse que ele esta só de cueca Box e que aquilo esta com um volume ENORME? Não? Então eu digo, AQUILO TA ENORME, foco, Isis, foco.
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Ele trazia algo em suas mãos e quando ele chegou perto eu vi que era um creme de massagem do quarto não baunilha, era um creme bom que quando encosta na pele esquenta de um jeito tão gostoso, e tinha cheiro de morangos, uhmmm adoro.
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Ele chegou perto de mim e disse.
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Vire-se meu amor.
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[Web]Meu Querido Dom - Capitulo 7

Sabe aqueles sonhos que você sabe que esta sonhando, então eu estava tendo um desses, mas o legal desse sonhos e que você nunca quer acordar, para saber o que vai acontecer ao longo do sonho, igual a uma historia legal, você lê, lê, lê, e não quer que acabe, mas no final você acaba descobrindo que e um conto por tanto sempre fica um mistério no ar. Esse e o chato desses sonhos, nunca tem um ponto final, nunca tem um fim exato e você sempre fica curiosa para saber o que vai acontecer.
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Então meu sonho começou estranho, quer dizer qualquer sonho já começa estranho, eu sonhei que estava dentro trem vindo para casa, o mesmo estava vazio, no meu vagão tinha somente 4 pessoas contando comigo. Eu e Narciso estávamos sentados lado a lado, em uma estação saltou as duas pessoas restantes e entrou um homem. Eu o conhecia era um amigo meu, do meu colégio. Ele e alto, e sua pele e o oposto da de Narciso, ele também era mais musculoso, mas ele não tinha tanto charme quanto meu Mestre, seus ombros eram largos e ele tinha olhos castanhos profundos, seu nome era Tulho.

Ele se sentou na nossa frente, e me olhou e eu lhe dei um pequeno sorriso, e ele sorriu de volta acenando.
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Narciso não gostou, e me apertou ao seu lado quase me colocando em seu colo, eu não sei em que estação, mas do nada o vagão encheu de pessoas e uma velhinha parou na minha frente, levantei-me para deixá-la sentar.
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Narciso disse. – Você que sentar anjo?
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-Não. – disse simplesmente.
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E me virei, pois o Tulho me chamou, queria me perguntar alguma coisa sobre a escola, eu senti Narciso me queimar com o olhar, falei rapidamente com ele e me virei para v, que na mesma hora me puxou para sentar em seu colo.
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Eu estava de vestido, preto justo e tinha uma saia rodada, estava sem calcinha. De algum jeito o único que podia nos ver era ele, Tulho, e Narciso abriu sua calça e tirando seu membro para fora me fodeu ali, na frente dele, e de todos os passageiros, nem um dos outros passageiros nos via, somente Tulho.
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Narciso sussurrava em meu ouvido, coisas que me deixavam mais louca de desejo.
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-Você e minha, e de mais ninguém. – Ele agarrou meu seio por cima do vestido. – Esta vendo como ele a deseja, como ele quer ser EU, fodendo você, aqui, na frente de todos. – Ele puxava e empurrava meu corpo sobre o seu, me fazendo levantar e abaixar, com seu membro entrando e saindo de dentro de mim.
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-Mas minha querida Putinha, ele não pode, sabe o porque? – Ele não me deixou responder. – Por que você e MINHA, e só Minha. – Ele sussurrava mordendo o nódulo da minha orelha.
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-E ninguém pode e nem vai te tocar como EU te toco... – Ele apertou o bico do meu seio por cima do vestido bem forte, doendo, e a dor se espalhou por todo meu corpo como fogo.
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– Ninguém a faz gozar como eu faço... – Dando uma estocada mais forte, eu já estava gemendo de agonia e prazer, agonia por não poder gozar ate ele falar que pode. – Ninguém a faz gemer como eu...
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-Mestre. – disse gemendo, implorando por sua permissão.
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-Sim, minha doce putinha? – Ele se fez de desentendido.
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-Por favor? – Meu amigo olhava aquilo, sem fazer nada, somente via seu desejo por mim em seus olhos, sua mandíbula fechada com força, e seu membro crescendo dentro da calça justa.
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-O que? – Continuou ele dando mais estocadas dentro de mim, cada uma mais forte, mais intensa e mais prazerosa que a outra.

-Me deixa gozar? – pedi fechando os olhos e jogando a minha cabeça para trás, pois sua mão que estava na minha cintura foi direto para meu centro nervoso, meu clitóris.
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-Não sei... Você acha que merece?
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-Acho que sim... – disse ofegante.
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-Se você acha, você não tem certeza... Então não.
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Nessa hora vi meu amigo colocar a mão por cima da calça e começar a acariciar seu membro olhando dentro dos meus olhos e eu voltei a lhe implorar para deixar eu ter meu prazer.
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-Por favor?
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-Implore vadia... – Narciso mordeu forte meu pescoço.
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-Eu lhe imploro meu Mestre, por favor... Deixa-me gozar...? – pedi, implorei para ele, do jeito que eu sei que ele gosta.
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-Você vai voltar a falar com aquele pirralho na minha frente? – Ele me perguntou, estocando duro e rápido.
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-Não... Nunca mais meu Mestre. – respondi.
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-Então você pode... Goze agora vadia. – com essas palavras eu acordei.
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O barulho do alarme me acordou e eu sentei rapidamente na cama, suada, ofegante e super excitada.
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Olhei para o relógio e constatei que ainda era 8:00 horas, passei a mão no rosto e sai da cama, fui direto para o banheiro, fiz minha higiene diária, tomei banho e voltei para o quarto ainda de toalha e fui pegar uma roupa quente por que estava chovendo como sempre nessa cidade, olhei para o relógio e constatei que ainda era umas 8:30, peguei meu celular e vi assim na tela.
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Você tem 1 nova mensagem.
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Me sentei na cama para lê-la e vi que era dele ela dizia isso.
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Minha linda e adorável putinha espero que tenha me obedecido, não só na parte de não se tocar, mas também na parte de ter sonhado comigo.
Ligo-te quando der.
Beijos e Palmadas
Narciso – Seu Dono.
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Fiquei super animada, meu dia já tinha melhorado um pouco, mas eu me lembrei do meu sonho, e isso não era uma coisa muito boa, se eu mentisse e falasse que não havia sonhado ele ia descobrir, ele sempre descobre.
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O melhor seria contar a verdade, e ver o que ele ira fazer com ela, seja o que Deus quiser.
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-PAI. – ralhei com meu pai pela milésima vez, eu estava fazendo panquecas de frango para o almoço, mas toda vez que eu acaba de fritar a massa meu pai e meu irmão roubavam uma.
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-Mas Isis isso daqui ta uma delicia... – dizia Justin, meu irmão tentando pegar mais uma, mas eu fui mais rápida e bati na sua mão com a escumadeira.
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-Já chega, os dois... Para a sala agora. – disse tentando fazer uma cara seria, mas sem muito sucesso.
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-Poxa Isis... – Disse Justin, meu pai só ria.
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-Poxa nada, já para a sala... E o você também senhor Miguel Winston.
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-Estamos indo, estamos indo... – disse meu pai empurrando Justin para sala e sentando no sofá com ela e gritando. – Você ta chata em Isis.
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Ri dos dois, e voltei a fazer as panquecas quando escuto.
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What if I wanted to break
Laugh it all off in your face
What would you do?

E se eu desmoronar?
Se não pudesse mais aguentar
O que você faria?

Come break me down!
Bury me, bury me!
I am finished with you!...
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‘The Kill’ Pitty E 30 Seconds To Mars.
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Parei de jogar a massa na frigideira desliguei o fogo e peguei meu celular na mesa e olhei na tela, ao fundo escutei assim.
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-Ahh... E hoje que esse almoço sai atrasado.
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-Pai. – gritei para ele e atendi ao telefone. – Alo.
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-Sonhou comigo?.
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-Meu Senhor... – disse arfando.
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-Diga-me minha pequena sub, você sonhou comigo?
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Mordi o lábio inferior e olhei para meu pai que me olhava da sala, me virei de costas para ele e fui ate a porta, a abri e sai da cozinha para o frio que e minha cidade.
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Respirei bem fundo e disse.
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-Sim.
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-Ótimo, ate no subconsciente minha pequena sub obedece-me. Diga-me como foi?
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-Meu Senhor... Agora?
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-Sim... Ou melhor... Não. – Eu escutei ele tomar ar e continuar. – Me mande um e-mail contando exatamente como foi seu sonho, sem tirar e nem por... Ouviu?
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-Sim Meu Senhor.
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-Então ok... Vou desligar.
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-Sim meu Senhor, Tchau e ate.
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-Tchau, beijos minha sub.
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Ele desligou e eu disse para a floresta atrás da minha casa.
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-Beijos meu Dom.